26 segmentos de PME na mira da Reforma Tributária: o que muda pro seu cliente

Um levantamento mapeou 26 segmentos de pequenas e médias empresas como prioridade alta para a adaptação à Reforma Tributária. PMEs respondem por 14% do PIB brasileiro e empregam cerca de 10 milhões de pessoas — volume grande demais para qualquer escritório contábil acompanhar mudança de regra segmento por segmento, na mão.
Mais exposição não é sinônimo de mais imposto
Estar entre os segmentos prioritários não significa que a empresa vai pagar mais tributo — significa que o impacto da transição para o IBS e a CBS é mais direto ali, exigindo revisão de processo, contrato e sistema de gestão com mais urgência do que em outros setores.
O trabalho que sobra pro escritório
Além de calcular o novo tributo, a adaptação passa por revisar contrato de fornecimento, processo interno de emissão de nota e o próprio sistema de gestão de cada cliente. Escritórios contábeis vão precisar rodar simulação e indicar o regime mais vantajoso — multiplicado cliente por cliente entre os expostos.
Sem uma fonte central de acompanhamento, o contador depende de garimpar notícia dispersa para saber quando uma regra muda para o segmento de um cliente específico.
Centralizando o acompanhamento
O SefazRadar mantém o escritório informado sobre mudança de regra por segmento, tirando o tempo que se gastaria caçando informação dispersa — sobra mais tempo para de fato orientar o cliente, em vez de só correr atrás da notícia.
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Fonte: Contábeis, ago/2026.
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